Por quanto tempo viverão obcecadas pela vítima de suas compulsões românticas?
Por quanto tempo carregarão a ilusão do amor egoísta, que nada enxerga além do “ser amado”? Que nada sente além de paixão? Que nada goza além da presença viciante do outro?
Por quantas vezes a estupidez humana tornará o outro uma espécie de droga, e as novelas um traficante que alicia suas vítimas desde o berço?

Por quantas vezes a estupidez humana tornará o outro uma espécie de droga, e as novelas um traficante que alicia suas vítimas desde o berço?

Alguém realmente acredita que controlamos a “excitação” alheia? Alguém realmente acredita que desejo só se sente pelo marido ou pela mulher?

Qual o problema do mundo com a verdade? A verdade só dói pra quem se esconde dela...
Que amor é esse que declina nas rugas, nos anos, na velhice, na mesmice? O verbo “amar” não se conjuga no passado e muito menos no singular.
Qual o amor que tira a paz? Que tira o sono? Qual o amor que não se divide? Qual o amor que é cego? Qual amor é ditador?



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